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	<title>Guerrilha Aberta - onde as informações se fazem por redes abertas</title>
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		<title>Caixa Preta: O Vazio</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 21:12:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Longo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Caixa Preta]]></category>
		<category><![CDATA[Colunas / Colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[caixa]]></category>
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		<category><![CDATA[vazio]]></category>

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		<description><![CDATA[<img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270826021704597090" src="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SSW8VziWfmI/AAAAAAAABUs/K1Ha1HVoYng/s200/joe.jpg" border="0" alt="" class="imgleft" width="86" height="80" />
<p class="imgright">Em seu segundo texto, o músico Joe Lima discute em sua coluna: Caixa Preta, sobre uma tema comum, mas complexo: o Vazio. "O vazio é mais um fenômeno, um acontecimento ou, melhor ainda, um evento." Leia mais!</p>
<br style="clear:both;"/>
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ele está na crista da onda, é a última moda, é o que há, é da hora, é fashion, o verdadeiro e definitivo “ó do borogodó”, o “rei da cocada preta” (mas tem da “branca” também), “é cocada boa”, parafraseando mestre Bezerra (mais um) da Silva! Enfim, o Vazio é o cara! Mas o vazio não é gente, não&#8230; nem coisa. O vazio é mais um fenômeno, um acontecimento ou, melhor ainda, um evento.</p>
<p>Não quero traçar aqui nenhuma relação com esses filósofos e pensadores de grife, Proust, Nietzsche, Sartre, até porque não creio que eles tivessem noção desse vazio naqueles tempos, quando o vazio em questão era o existencial, bem mais subjetivo do que esse vazio contemporâneo ao qual me reporto. </p>
<p>Ah, vocês estão querendo muito saber, a essa altura, do que se trata, né não? Pelo menos deveriam, pois é a intenção dessa minha dissimulada enrolação inicial, técnica que desenvolvo intuitivamente pra “pegar” a atenção do leitor &#8211; nesse caso, vale lembrar, a sua! Ahaha&#8230; É, eu sou mesmo assim, não gosto de jogos, mas quando jogo, sou afeito ao jogo limpo, mas vamos aos fatos (ufa&#8230;!)!</p>
<p>O Vazio. Fui acometido por esses dias da súbita percepção de uma dessas coisas em que a gente até eventualmente pensa, mas que nem sempre chega a esmiuçar, e, como não dá pra não falar da arte, vou por aí, embora o tema se estenda a praticamente todos os âmbitos da vida da gente. Não sou tão engajado ou tão politicamente correto &#8211; aliás, detesto isso, essa correção toda acaba nos tornando “comportadinhos”, no pior sentido do termo, e uma dose de rebeldia e outra de transgressão fazem bem à nossa saúde moral &#8211; enfim, não chego ao ponto de achar que a arte tenha que obrigatoriamente ter uma função explícita ou explicitamente definida na sociedade. Ela por si só, já carrega e cumpre todas as suas possíveis funções, isso sim, implícitas na sua condição natural de obra de arte. Mas realmente não levo isso ao extremo, considero diversão algo necessário, mas também não posso deixar de me incomodar com o Vazio. É isso&#8230; o vazio em que andamos imersos ultimamente, o vazio de intenções, o vazio de propósitos, de propostas&#8230; A programação das tevês, as paradas de sucesso, a publicidade, as letras das canções, as próprias canções, isso não acaba mais, hein! É uma lista infinda de coisas que não contribuem com nada, nem mesmo se analisadas somente pelo aspecto do entretenimento, cuja relevância reconheço como legítima. Na minha humilde maneira de ver, as coisas podem ser feitas pra entreter sem maiores ou mais profundas pretensões, mas nunca, nunca suprimidas de sua inteligência. Definitivamente, sem inteligência não dá! Não essa inteligência meramente intelectual, acadêmica, mas aquela que está nas ruas, na sabedoria popular, que é a mais sábia das inteligências.</p>
<p>Nem preciso citar os BBBs, nem as rebolativas animadoras de platéia de micareta (e aqui, que fique bem claro, não vai nada contra o rebolado!) &#8211; que os promotores do Vazio insistem em chamar de cantoras &#8211; e nem as telenovelinhas, não é? E os cornos-mansos-rancorosos-e-chorosos &#8211; além de machistas &#8211; dos maus pagodes e dos pseudo-sertanejos? Também dispensam citações, certo? Obrigado por me pouparem dessa náusea (e olha o J.P. Sartre, aí&#8230;).</p>
<p>Gente, o Vazio tem construído fortunas! No mundo inteiro, não estou me restringindo ao Brasil, não&#8230; A parada é grave, tem sido um fenômeno universal, uma festa rasa, onde os convidados somos todos nós, que compramos qualquer inutilidade que nos apresentem, pensando se tratar da última grande novidade do mundo culto moderno. Claro que não desconsidero a existência de valorosas exceções, de coisas que salvam a humanidade do medíocre, mas que trabalho que dá encontrá-las, cada vez mais, não? A gente tem que burlar os padrões, furar o bloqueio, dissipar a nuvem da desorientação que lançam por aí.</p>
<p>Lembrei-me, no meio de toda essa elucubração, e não consigo deixar de falar do nosso querido bairro da Lapa, isso mais pros leitores cariocas, os de fato e os de coração. Talvez por ter passado lá por esses dias. Pois é, até ela, a Lapa &#8211; que é o nosso mais amado ponto de encontro, nosso reduto e reserva sócio-artístico-histórico-etílico-cultural -, quanto mais cheia de gente e de atrações, me parece cada vez mais&#8230; vazia.</p>
<p> </p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">Quem é Joe Lima?</span></span><br />
<span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">___________________________________</span></span></p>
<p><a href="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SSW8VziWfmI/AAAAAAAABUs/K1Ha1HVoYng/s1600-h/joe.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270826021704597090" style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; width: 175px; cursor: pointer; height: 131px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SSW8VziWfmI/AAAAAAAABUs/K1Ha1HVoYng/s200/joe.jpg" border="0" alt="" /></a>Joe Lima é músico, carioca, baixista da banda Caixa Preta. Joe é multi- instrumentista de cordas e auto-didata. Joe já tocou com vários nomes da música popular brasileira e escreverá sua coluna sobre música, chamada Caixa Preta, exercendo sua grande vontade de trabalhar com jornalismo</p>
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		<title>O que é ser um empreendedor?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 04:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Longo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Reuniões de Pauta]]></category>

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		<description><![CDATA[A definição do que é ser um empreendedor, eu arriscaria em dizer que é algo como saber tirar água de um deserto e ainda tornar acessível para todos em condições justas e iguais. Parece ser algo impossível, mas vejam só, o que eu quis dizer ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Ultimamente, a definição do que é ser um empreendedor, eu arriscaria em dizer que é algo como saber tirar água de um deserto e ainda tornar acessível para todos em condições justas e iguais. Parece ser algo impossível, mas vejam só, o que eu quis dizer que um empreendedor deve saber como tornar bens e materiais escassos, em bens acessíveis para todos, de forma inovadora, em condições justas e iguais, mesmo sabendo as realidades sociais são injustas, desiguais e muitas vezes violentas. E o que ele deve ser perguntar é: Como?</p>
<p>Dá uma vontade de desistir logo de cara, não é? Mas se você quer ser um empreendedor saiba que esse sentimento vai persegui-lo sempre, pois há muito mais problemas do que estímulos, quando alguém quer se tornar um empreendedor. Ainda mais quando se ele é jovem, de classe média baixa e sem verba nenhuma inicial para começar um negócio.</p>
<p>Parece ser uma locura, uma história frustada, mas essa é a minha história, nos últimos dois anos da minha vida, quando decidi fundar a Vinnyl 69, no dia 29 de fevereiro de 2008:</p>
<p>De lá pra cá, encontrei uma pessoa muito especial que me apontou o que eu queria da vida; me formei em jornalismo; logo em seguida decidi me assumi como palhaço; criei um blog que falava sobre cultura de rua; organizei meus contatos desde a infância; ajudei amigos; trabalhei de graça em troca de conhecimentos; aprendi pelas trocas; fui assistente de tudo quanto é gente durante um longo tempo; fiz parcerias duradouras; investi dinheiro que não tinha; fundei um site; divulguei para tudo quanto é quanto; produzi mesmo não sabendo muito bem o que era isso; adquiri dívidas que ainda continuo pagando; viajei; conheci muita gente legal; fiz alguns cursos; aprendi a andar de perna de pau e a construir instrumentos musicais; fiz muitos espetáculos; fiz muitas reuniões com amigos e pessoas desconhecidas; tive raras oportunidades com pessoas que já se foram; conheci mais gente; me diverti muito; me apaixonei; montei uma companhia de teatro de rua; conheci um parceiro de cena; passei horas ensaiando; jogando conversa fora; arrisquei; ganhei; perdi; fiz mais contatos; adquiri mais parcerias; fortaleci e uni as parcerias antigas com as novas; fundei um escritório e estúdio de música junto com parceiros; adquiri mais dívidas, realizei projetos com parcerias, liguei para muita gente; andei muito quilometros; bebi muita água; trabalhei em projetos de outras pessoas quase que de graça porquê acreditava neles; fiz muita apresentação na rua de graça para as pessoas em troca de diversão; viajei mais; participei de festivais; fiz planos de montar uma família; me desesperei porque não via saídas e caminhos para fazer isso; trabalhei mais; fiquei duro que nem um coco; perdi cabelos; namorei mais; sentei e relaxei; fui ao cinema; fui a shows musicais; dormi; comi; bebi; fiquei de porre; nunca fumei embora amigos sempre digam que isso não tem problema; vendi alguns espetáculos;  tive lucros; dividi lucros com amigos; fiz loucuras; realizei festas; conheci novos amigos; consegui meios de conseguir pagar minha primeira funcionária; morei em muita casa diferente; escrevi milhares de projetos; alguns vingaram; outros continuam na gaveta; Editais nem se fala! Uff&#8230; e muito mais!</p>
<p>Foram menos de 2 anos, aproximadamente 250 dias, 6024 horas, 361.140 segundos e incontáveis ações feitas, gerando um movimento que só para quando a vontade de fazer tudo isso se perde! E como isso acontece? Como isso é possível? Desistir de uma vida em movimento para realizar outra que não sabe como será? E me questiono porquê eu faço isso e não largo tudo e vou trabalhar em uma empresa qualquer? Faço um concurso público, com salário fixo, segurança e tranquilidade, como as pessoas mais velhas sempre dizem como o melhor caminho!</p>
<p>Eu acredito, assim como os budistas, que o melhor caminho é aquele que a gente que cria e criar esses caminhos, além de proporcionar que bens escassos possam se tornar cada vez mais acessíveis para um maior número de pessoas é o que me move. Encontrar outras pessoas que tenham essa missão e arrisquem tudo o que tem e o que não tem é um desejo muito grande nesse momento. Penso que não estou sozinho nessa busca e principalmente nessa realização, pelo menos eu espero!</p>
<p>Escrevo um texto para quem sabe, encontre alguém e diga um: &#8220;Oi, você não está sozinho!&#8221; e enfim, eu consiga parar, respirar e apreciar a vida que me cerca! Esperando que dias melhores virão, mas que a estrada percorrida nunca se esqueça!</p>
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		<title>Quinta da Boa Vista é palco de apresentações culturais gratuitas neste domingo, no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 17:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Longo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda 0800]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste próximo domingo, dia 12 de julho, Boa Praça realiza a sua quarta roda do ano, com apresentação gratuita de circo-teatro de rua, com a palhaça Margarita, com o espetáculo: "Margarita vai a Luta" e o Cordelista Pernambucano Edmilson Santini, que conta a história em cordel da Lenda do Pau Brasil, às 11 horas, na Quinta da Boa Vista.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="float: right;" src="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/margarita.jpg" alt="" width="100" height="133" />Em seu terceiro ano consecutivo, o Projeto Boa Praça realiza neste próximo domingo, dia 12 de julho, a sua quarta roda do ano, com apresentação gratuita de circo-teatro de rua, com a palhaça Margarita, com o espetáculo: &#8220;Margarita vai a Luta&#8221; e o Cordelista Pernambucano Edmilson Santini, que conta a história em cordel da Lenda do Pau Brasil. As apresentações começam às 11 horas, na Quinta da Boa Vista (entre o Museu e Zoológico) e são mediadas  pelo anfitrião, o palhaço Migué Brugelo Dito e Feito. Entrada Franca.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="float: left;" src="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/edmilson.jpg" alt="" width="74" height="104" /></p>
<p style="text-align: justify;">Neste mês de julho, aproveitando as férias escolares, o projeto Boa Praça acontecerá duas vezes no mesmo mês, com o grande desejo de tornar ruas e praças do Rio de Janeiro como espaços para brincadeiras e divertimento, tornando-os mais íntimos, como o quintal de casa. Até novembro, mais de 15 grupos e artistas passaram pelo projeto neste ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignright" style="float: right;" src="http://guerrilhaaberta.com//site/wp-content/uploads/2009/boapraca1.jpg" alt="" width="136" height="201" /></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O projeto já realizou apresentações culturais no Largo do Machado em 2008 e passou ainda por 12 praças da cidade do Rio em 2007, quando recebeu o Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, com o espetáculo de variedades “Vem que Tamu Chegando”. Durante este ano, o projeto Boa Praça realizará apresentações em um formato 3 em 1, com atrações de teatro de rua, circo, música, poesia, cultura popular e cordel, onde todo mês, três artistas, grupos e companhias se apresentarão, por dia, sem intervalo, totalizando 120 minutos de diversão gratuita. O local escolhido para este ano é a Quinta do Boa Vista, levando para Zona Norte uma opção cultural e permitindo acesso a todos, sem distinção economia, política e social. Esse pensamento é um dos pontos que une os artistas participantes do projeto. “O Brasil é o maior palco de teatro de rua do mundo e o Rio de Janeiro tem vocação à realização de eventos ao ar livre.”, afirmam os coordenadores do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">O Boa Praça pretende ocupar permanentemente os espaços públicos da cidade, criando um calendário de apresentações e para isso, neste ano, tem o SESC Rio como parceiro desta iniciativa, junto com a Hostnet, Design GRAFO, Studio Alfa, Artista de Rua.com e CBTIJ &#8211; Centro Brasileiro de Infância e Juventude.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>SERVIÇO:</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>BOA PRAÇA na Quinta da Boa Vista<br />
Recebe Palhaça Margarita e o Cordelista Edmílson Santini<br />
</strong>Data: Dia 12 de julho<br />
Horário: às 11 horas<br />
(Entre o Museu e o Zoológico)<br />
<strong>ENTRADA FRANCA</strong></p>
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		<title>Grupo OFFSINA comemora 21 anos</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 15:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Longo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda 0800]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[O Grupo OFFSINA, companhia de circo-teatro formada pelo casal de artistas Richard Riguetti e Lílian Moraes comemoram 21 anos de existência com apresentações gratuitas do repertório no Largo do Machado e outras ações culturais,]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="float: right;" src="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-admin/images/grupooffsina.jpg" alt="Offsina Comemora 21 anos" width="184" height="553" /></p>
<p style="text-align: left;">O Grupo OFFSINA, companhia de circo-teatro formada pelo casal de artistas Richard Riguetti e Lílian Moraes (palhaço Café Pequeno e palhaça Currupita) comemora 21 anos de existência com apresentações gratuitas do repertório no Largo do Machado, que começaram nesta quinta-feira, dia 25 de junho, com o espetáculo “Café Pequeno da Silva e Psiu” e continuam até domingo com os espetáculos: “La Mama Currupita”, com a participação especial do cordelista Edmilson Santini e o cordel: “Sansão e Dalila” (dia 26/06), “E o palhaço o que é?” (dia 27/06) e “A Borralhona” (dia 28/06), sempre às 17h. (Em caso de chuva, a companhia avisa que os espetáculos passam para a Casa do Ofício (Rua Gago Coutinho, n° 4).</p>
<p style="text-align: left;">Além das apresentações, no dia 29 de junho, o Grupo OFFSINA realiza ainda o seminário “O foco de atuação do Off-Sina em 21 anos de existência – o teatro de rua e o circo-teatro”, que contará com a presença dos palestrantes: Alice Viveiros de Castro (Conselheira Nacional de Política Cultural), Cléia Silveira (Fase), Heliana Marinho (Sebrae), Junior Perim (Circo Crescer e Viver), Jussara Trindade (Uni Rio), Richard Riguetti (Grupo Off-Sina) e Sidnei Cruz (Escola SESC de Ensino Médio). O Seminário acontecerá a partir das 17 horas no SEBRAE-RJ, que fica Rua Santa Luzia 685/9º andar, auditório, Centro.</p>
<p style="text-align: left;">Ao final do seminário, encerrando o projeto comemorativo de 21 anos, o Grupo OFFSINA lançará o Almanaque Comemorativo onde narra a trajetória de 21 anos do Off-Sina, contando sua história, síntese e concepção dos espetáculos, programas e ações, oficinas, metodologia, textos sobre teatro de rua e circo-teatro, depoimentos, fotos e curiosidades em geral.</p>
<p style="text-align: left;">Maiores informações sobre o grupo, interessados podem acessar: <a href="http://www.offsina.com.br" target="_blank">www.offsina.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estrada 55: CONECTE! &#8211; Sarau completa 1 ano de vida com muita harmonia, alto-astral e bolo</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 14:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Longo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas / Colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[Estrada 55]]></category>
		<category><![CDATA[55]]></category>
		<category><![CDATA[conecte-se]]></category>
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		<category><![CDATA[sarau]]></category>

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		<description><![CDATA[<img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235539604835407938" src="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKhfiBG0GEI/AAAAAAAAA0o/2GBCNM2gIWQ/s200/foto.jpg" border="0" alt="" class="imgleft" width="86" height="90 />
<p class="imgright">Confira a entrevista com o Saraú Conecte-se, feita pelo nosso jornalista, agitador cultural e colaborador Ricardo Loureiro, na sua coluna Estrada 55, que em novembro de 2008 fez um ano de realizações e nesta quinta-feira às 19h30h no Bar Estilo da Lapa realiza mais uma edição.</p>
<br style="clear:both;"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify"><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/conecte-sarau-de-poesia-13-11-2008-068.jpg"></a><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/004-conecte-sarau-de-poesias-09-10-2008-r-loureiro-jl-e-carlos-henrique.jpg"></a><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/029-conecte-sarau-de-poesias-11-09-2008.jpg"></a><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/conecte-sarau-de-poesia-13-11-2008-026.jpg"></a><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/conecte-sarau-de-poesia-13-11-2008-068.jpg"><img class="size-medium wp-image-218 alignright" style="FLOAT: right" title="conecte-sarau-de-poesia-13-11-2008-068" src="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/conecte-sarau-de-poesia-13-11-2008-068-300x225.jpg" alt="" width="246" height="168" /></a>O Sarau Conecte! vem movimentando a cena independente carioca, mais especificamente da Lapa, no segundo andar de um bar na Av. Mem de Sá, coração do bairro, com seus encontros mensais, reunindo poetas, músicos, grupos teatrais, artistas circenses, danças, vídeos, exposições de fotografias, gravuras, quadros e demais expressões artísticas. Há sempre um convidado especial por edição, mas todos podem participar deixando seu nome numa lista que serão chamados pela produtora, apresentadora e escritora Bárbara-Ella para as duas primeiras rodadas, sendo a terceira em diante livre, isto é, basta chegar ao microfone e mandar o seu recado fora da ordem da lista. Enquanto isso, todos os participantes são fotografados por Carlitos, que além de integrar a produção, está sempre ligado no melhor ângulo que traduza o verdadeiro espírito do sarau.e de seus convidados. Em novembro do ano passado, o Conecte! completou seu primeiro ano de vida e, como sempre, com muitas surpresas e entrada gratuita.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Procuramos a Novos Uivos, produtora que realiza o Conecte! e, através de e-mail, Carlitos e Bárbara-Ella, seus produtores, responderam algumas perguntas para conhecermos um pouco mais sobre esses encontros.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/004-conecte-sarau-de-poesias-09-10-2008-r-loureiro-jl-e-carlos-henrique.jpg"><img class="size-medium wp-image-219 alignright" style="float: right;" title="004-conecte-sarau-de-poesias-09-10-2008-r-loureiro-jl-e-carlos-henrique" src="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/004-conecte-sarau-de-poesias-09-10-2008-r-loureiro-jl-e-carlos-henrique-300x225.jpg" alt="" width="217" height="174" /></a>ESTRADA 55 &#8211; O Conecte! completou 1 ano dia 13 de novembro do ano passado. Como surgiu ou de onde veio a idéia de fazer o sarau? A que vocês atribuem o seu sucesso e o que tem sido feito para mantê-lo sempre revigorado e cada vez mais conhecido e freqüentado?</strong><br />
<strong>CONECTE! </strong>- Bem, o Sarau CONECTE! é a evolução do Sarau Contemporâneo, que ocorreu inicialmente durante todo o ano de 2004, no Espaço Correia Lima (Catete), em 2005 na cena poética do evento Ousadia Cultural, no Quebra Mar (Barra), e em 2006, interagindo com os poetas nos Encontros Novos Uivos II e III, no Espaço Cultural Sylvio Monteiro (Nova Iguaçu). A partir desta parceria, as idéias se fundem, possibilitando a unificação com a Produtora Novos Uivos. Já em 2007, sentimos grande necessidade de invadir diferentes espaços, na cidade do Rio de Janeiro, levando ao público arte e poesia. Começamos aí o projeto itinerante. O Sarau Itinerante conectou artistas ao longo de 6 meses, passando pelo Sebo Baratos da Ribeiro (Copacabana), Gafieira Elite (Centro do Rio), Centro Cultural Lima Barreto (Lapa) e a XIII Bienal do Livro (Rio Centro). Em outubro de 2007, a Produtora Novos Uivos e o Bar Estilo da Lapa fecham uma parceria, permitindo o ponta-pé inicial ao CONECTE! A partir daí a roda girou e o povo dançou.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/029-conecte-sarau-de-poesias-11-09-2008.jpg"><img class="size-medium wp-image-220 alignright" style="float: right;" title="029-conecte-sarau-de-poesias-11-09-2008" src="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/029-conecte-sarau-de-poesias-11-09-2008-300x191.jpg" alt="" width="227" height="139" /></a>ESTRADA 55 &#8211; Muitos encontros poéticos têm acontecido pelo Rio de Janeiro, norte, sul, centro, baixada, etc. que atraem especialmente pessoas ligadas às letras e às artes. No caso do Conecte! acontece o mesmo? Existe alguma estratégia para atrair outro tipo de público? Que perfil tem o público que freqüenta o seu sarau?<br />
CONECTE!</strong> &#8211; Não fazemos distinção entre as manifestações artísticas. Estamos no século XXI e pretendemos que as diferenças se dissolvam. O público que freqüenta o Sarau é composto de feitores e apreciadores de artes. Está tudo aí. É só estar atento aos detalhes.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>ESTRADA 55 &#8211; Qual a contribuição dos saraus de modo geral e em especial do Conecte! para o povo carioca?<br />
CONECTE</strong>! &#8211; É necessário criar um público apreciador e consumidor de poesia. Os saraus permitem que poemas e idéias às vezes não-publicados, se façam conhecidos e reconhecidos pelo público em questão, expandindo assim, o número de leitores de poesia.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>ESTRADA 55 &#8211; O encontro de poetas, músicos e o público que vão ao Conecte! sempre tem um tom de alto-astral, onde as pessoas interagem umas com as outras, se comunicando entre si de uma forma bem agradável enquanto pensamentos e sentimentos em forma de poesia se espalham por todos os cantos do bar. Existe alguma &#8216;mágica&#8217; para se chegar a este resultado que possa ser revelada?<br />
CONECTE</strong>! &#8211; Conecte! mostra no nome ao que veio. Nosso desejo é conectar pessoas. Nossa realidade é proporcionar o momento para as conexões. E o alto-astral, a mágica que rola nos encontros, nada mais é que a energia da galera circulando por ali.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/conecte-sarau-de-poesia-13-11-2008-026.jpg"><img class="size-medium wp-image-221 alignright" style="float: right;" title="conecte-sarau-de-poesia-13-11-2008-026" src="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/03/conecte-sarau-de-poesia-13-11-2008-026-300x225.jpg" alt="" width="201" height="157" /></a>ESTRADA 55 – O Conecte! completou 1 ano de vida no dia 13 de novembro passado, diga-nos como foi esta comemoração, quais foram os maiores destaques deste dia e o que podemos esperar para os próximos encontros.<br />
CONECTE!</strong> &#8211; Foi ótima. Muitos amigos e muita poesia. Basta conferir as fotos em nosso blog. O destaque da noite foi para a harmonia que pairou sobre todos. Já estamos selecionando artistas para as próximas edições do CONECTE! através do nosso e-mail. O próximo encontro será no dia 12 de março de 2009, a partir das 19h30m, com entrada franca, no bar Estilo da Lapa que fica na Av. Mem de Sá, 127, na Lapa. Paz a todos.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><strong>CONTATOS</strong>: Fotos do último encontro e a próxima programação estão disponíveis no www.novosuivos.blogspot.com . O e-mail para contato e envio de material para seleção é novosuivos@gmail.com ou procure no Google e Orkut assim: “Novos Uivos”.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><strong>Serviço:<br />
</strong>Conecte! – Sarau de Poesias<br />
Bar Estilo da Lapa, 127 – Lapa<br />
12 de março<br />
19h30m<br />
<strong>Entrada Grátis<br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-weight: bold;">______________________________________________</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKhfiBG0GEI/AAAAAAAAA0o/2GBCNM2gIWQ/s1600-h/foto.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235539604835407938" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 147px; height: 138px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKhfiBG0GEI/AAAAAAAAA0o/2GBCNM2gIWQ/s200/foto.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-weight: bold;">Quem é Ricardo Loureiro?</span></p>
<div style="text-align: justify;">Ricardo Loureiro é formado em jornalismo, trabalha com assessoria de imprensa e pesquisa musical. Como divulgador cultural, criou o projeto Estrada 55 que divulga a música independente autoral desde 2004, produzindo e apresentando shows ao vivo e o programa pela webrádio dos estúdios da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz.</div>
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		<title>Galhofa: Sorrub e Oileruá &#8211; CAP. VII</title>
		<link>http://guerrilhaaberta.com/site/colunas-colaboradores/galhofa-sorrub-e-oilerua-cap-vii/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 18:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Longo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colunas / Colaboradores]]></category>
		<category><![CDATA[Galhofa]]></category>
		<category><![CDATA[carnevale]]></category>
		<category><![CDATA[leo]]></category>
		<category><![CDATA[oilerua]]></category>
		<category><![CDATA[sorrub]]></category>

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		<description><![CDATA[<img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214090096801350770" src="http://bp1.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SFwrUU66BHI/AAAAAAAAAfY/JHS3HU5rIl4/s200/leo3x4.jpg" border="0" alt="" class="imgleft" width="76" height="89 />
<p class="imgright">Confira o sétimo episódio da novela Sorrub e Oileruá, a história de amor entre um dissoluto perdulário e sua sobejante bucelária, escrita por Leo Carnevale. Trata-se de um pequeno enredo novelístico, com a finalidade de desviar sua atenção ao diversionismo cômico. O título esconde uma brincadeira que estimulará a ida ao pai de todas as definições.</p>
<br style="clear:both;"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: bold;">Sorrub e Oileruá</span></p>
<p><span style="font-size: x-small;">Um história de Amor entre um dissoluto perdulário e sua sobejante bucelária!</span></p>
<p>Capítulo VII<br />
Oileruá era linda, morena, pequena e bunduda.<br />
Foi um nascimento abençoado.<br />
Filha de pais jovens e filósofos teve uma educação clássica, com Gregos, Latinos, Germânicos, Saxões e alguns Russos.<br />
Rompeu as trevas do útero materno, nas trevas da noite serena.<br />
Assim que cantou a danadinha, gritou o pássaro Bacurau, era noite djambatuto.<br />
Noitibó-rabilongo, de plumagem muito macia e vôo silencioso, gemeu e piou a noite toda fazendo a festa do nascimento.<br />
Nasceu em viagem rumo ao interior.<br />
De repente uma dor, um grito e um choro, tudo de uma vez.<br />
Foi o tempo de uma freada e a menina escorreu pela perna da mãe.<br />
Um tom de pele reluzente entre a claridade do nascer do sol e o negrume da noite escura ou seu ocaso o negrume da noite escura e a claridade do nascer do sol.<br />
Nasceu pequena.<br />
Pequena mais cheinha.<br />
Um arbusto de reluzente verde pitangueiro.<br />
Como um jambo, aromático e suculento.<br />
Adjetivo de dois gêneros e dois números.<br />
Jambo-Morena!<br />
Cresceu feliz em meio a livros, histórias e viagens.<br />
Jovem ainda tinha o hábito do dedo, vocação natural.</p>
<p>___________________________________________________</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family: verdana; text-align: justify;"><a href="http://bp1.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SFwrUU66BHI/AAAAAAAAAfY/JHS3HU5rIl4/s1600-h/leo3x4.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214090096801350770" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 99px; height: 115px;" src="http://bp1.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SFwrUU66BHI/AAAAAAAAAfY/JHS3HU5rIl4/s200/leo3x4.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-weight: bold;">Quem é Leo Carnevale?</span></p>
<div style="text-align: justify; font-family: verdana;">Ator, palhaço, diretor, escritor e colunista. Leo Carnevale desenvolve seu espetáculo &#8220;Pulitrica&#8221; pelas ruas, praças e onde for bem vindo seu Palhaço Afonso Xodó. Há algum tempo, está desenvolvendo sua capacidade literária voltada ao humor, ao teatro e a palhaçaria, aqui apresentada como Galhofa.</div>
]]></content:encoded>
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		<title>Guerrilha Aberta agora oferece conteúdo diário</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 04:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Longo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Reuniões de Pauta]]></category>
		<category><![CDATA[editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[A Revista Eletrônica Guerrilha Aberta em sua vigésima edição, publicada nesta segunda-feira, dia 09 de março de 2009, anuncia que a partir hoje, a revista antes com periodicidade quinzenal agora será diária, sempre com conteúdos jornalísticos e colunas dos colaboradores sendo publicadas todo dia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Revista Eletrônica Guerrilha Aberta em sua vigésima edição, publicada nesta segunda-feira, dia 09 de março de 2009, anuncia que a partir hoje, a revista antes com periodicidade quinzenal agora será diária, sempre com conteúdos jornalísticos e colunas dos colaboradores atualizados todo dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Estreando esse novo formato e proposta, trazemos a entrevista do cineasta Felipe Cataldo, além da publicação do sétimo episódio da novela  Sorrub e Oileruá, publicado na coluna Galhofa, por Leo Carnevale. Leo é ator, palhaço e diretor e está como mais antigo colaborador da revista. Seu próximo artigo sai no dia 23 de março, quando a próxima edição também sai com novo editorial e nova entrevista. Até lá, curtam as novas colunas e matérias.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a próxima,<br />
Do seu editor,<br />
Longo</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Entrevista com cineasta Felipe Cataldo</title>
		<link>http://guerrilhaaberta.com/site/jornalismo/entrevista-com-felipe-cataldo/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 03:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Longo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[cataldo]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[felipe]]></category>

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		<description><![CDATA[<img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235600695658202338" src="http://4.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXF-J-xOI/AAAAAAAAA2I/HZzKAcUAevI/s200/el+director.JPG" border="0" alt="" class="imgleft" width="98" height="89 />
<p class="imgright">A revista Guerrilha Aberta, enviou a entrevista, mas demorou algum tempo, até encontrar o cineasta mais desvairado do Rio de Janeiro. Como ele próprio diz: "Não gosto de me definir. Sou uma obra em processo". Felipe Cataldo é uma espécime rara, entre os artistas, sem idéias fixas, sua linguagem está na transformação, seja na poesia, no funk, no cinema, escrevendo roteiros, filmando, revelando, exibindo. </p>
<br style="clear:both;"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXFhV-8AI/AAAAAAAAA2A/YCMDYyvm4YE/s1600-h/16mm.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235600687923916802" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXFhV-8AI/AAAAAAAAA2A/YCMDYyvm4YE/s200/16mm.jpg" border="0" alt="" /></a>A <span style="font-weight: bold;">revista Guerrilha Aberta</span>, enviou a entrevista, mas demorou algum tempo, até encontrar <span style="font-weight: bold;">o cineasta mais desvairado do Rio de Janeiro</span>. Como ele próprio diz: &#8220;<span style="font-style: italic;">Não gosto de me definir. Sou uma obra em processo</span>&#8220;, <span style="font-weight: bold;">Felipe Cataldo é uma espécime rara, entre os artistas, sem idéias fixas, sua linguagem está na transformação</span>, seja <span style="font-weight: bold;">na poesia, no funk, no cinema, escrevendo roteiros, filmando, revelando, exibindo. O cinema é sua grande paixão</span>.</div>
<p>Com vocês: <span style="font-weight: bold;">Felipe Cataldo!</span></p>
<div style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">Guerrilha Aberta: Entre cineasta, poeta e ator. Qual desses três, melhor representaria sua essência artística?</span></span> <a href="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXF6MEy-I/AAAAAAAAA2Q/vgwokVp8qMQ/s1600-h/Felipe+Cataldo+%28em+Bras%C3%9Dlia%29.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235600694593244130" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXF6MEy-I/AAAAAAAAA2Q/vgwokVp8qMQ/s200/Felipe+Cataldo+%28em+Bras%C3%9Dlia%29.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;"><br />
Felipe Cataldo:</span></span> <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Trabalho mais freqüentemente como ator, mas me identifico mesmo é com a direção cinematográfica</span>. Gosto muito de escrever, mas<span style="font-weight: bold; font-style: italic;"> o cinema faz com que essas palavras tenham uma tridimensionalidad</span>e, é uma coisa meio cósmica e meio visceral que tenho com o cinema. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Não sei explicar, o cinema é a minha vida</span>.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">GA: Quantos filmes você já atou? E qual é o seu principal trabalho hoje, no universo da arte? Cascadura, por exemplo foi um curta preto em branco, revelado e montado artesanalmente, o que você poderia dizer sobre esse processo de produção cinematográfica, onde o digital hoje toma conta?</span> </span><a href="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXGMG7cYI/AAAAAAAAA2Y/RrxhdddLZp4/s1600-h/Felipe+Cataldo+%28foto+oficial%29.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235600699403497858" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXGMG7cYI/AAAAAAAAA2Y/RrxhdddLZp4/s200/Felipe+Cataldo+%28foto+oficial%29.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;"><br />
Cataldo:</span></span> <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Outro dia tentei contar, acho que foram 23</span>. Mas em casa só tenho 16. Alguns diretores não me deram os dvds dos filmes de que participei. Alguns filmes eu inclusive nunca vi, e outros não foram finalizados ainda. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Nunca vi o primeiro filme que fiz como ator</span>, por exemplo. E o pior é que deve ter ficado engraçado, porque rolaram uns efeitos especiais. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Eu me vesti de anjo e de diabo com um fundo azul e surgia sobre os meus próprios ombros no bar, ao ver uma menina. </span>Aquela velha coisa que os desenhos do Pica-pau já cansaram de fazer, mas mesmo assim eu queria muito ver esse filme. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Nem sei se saiu, na verdade, nunca mais vi o diretor na vida, até esqueci o nome dele</span>. Também trabalhei como ator nos quatro filmes que eu dirigi. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Recentemente finalizaram-se as filmagens do primeiro longa-metragem de Igor Cabral, &#8220;Salomé&#8221;, livremente inspirado na obra de Oscar Wilde. Esse foi meu trabalho mais recente no cinema como ator. Eu fiz o papel de Iokanan, o profeta João Batista</span>.</p>
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXGCUHc5I/AAAAAAAAA2g/cD2YNtYYqNk/s1600-h/Trago+a+pessoa+amada+em+tr%C3%9Bs+dias+%28foto+extra%29.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235600696774456210" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXGCUHc5I/AAAAAAAAA2g/cD2YNtYYqNk/s200/Trago+a+pessoa+amada+em+tr%C3%9Bs+dias+%28foto+extra%29.jpg" border="0" alt="" /></a>Estou <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">ensaiando também uma peça teatral como ator, &#8220;Senhora dos Afogados&#8221;, texto clássico de Nelson Rodrigues, com a direção de Renato Carrera</span>. Devemos estreiar em novembro no SESC. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Em fevereiro, estreiei meu mais recente curta-metragem como diretor, &#8220;Trago a pessoa amada em três dias&#8221;. O filme foi selecionado pro Festival de Santos, na competitiva 16mm, estou indo pra lá no fim de setembro. &#8220;Cascadura&#8221; foi o filme que eu dirigi ano passado, com o Godot Quincas. O filme ganhou três prêmios e fomos com ele para o Festival de Brasília, na competitiva 16mm</span>. Revelei e montei o filme com a fotógrafa, Cristiana Miranda.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100" height="100" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=1276131942055614205&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" /><embed id="VideoPlayback" type="application/x-shockwave-flash" width="100" height="100" src="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=1276131942055614205&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true"></embed></object>Ela já tinha revelado um filme dela, &#8220;<span style="font-style: italic;">Pequeno Poema em Prata</span>&#8220;, e topou essa aventura. A primeira parte do filme toda foi fotografada pela própria Cristiana Miranda. Depois mais dois fotógrafos trabalharam no filme, Igor Cabral e Othon Castro. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">A revelação artesanal joga o espectador pra um outro estado. O vídeo hoje é muito presente na vida das pessoas. A mídia massifica o cotidiano com as imagens videográficas. Você revelar e montar um filme em casa dá um caráter à sua imagem que é totalmente diferente de qualquer coisa</span>. Fora as manchas, que se formam ao acaso, e que dão todo um tom onírico ao filme. Enfim, <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">experimentemos o experimental</span>! Cristiana Miranda finalizou seu mais recente filme há pouco tempo, &#8220;<span style="font-style: italic;">Para limpar lágrima</span>s&#8221;, sobre a poesia de Paulo Leminski. Eu fiz assistência de direção e a locução do filme, um documentário experimental feito com uma verba do edital do MinC. Esse filme também foi revelado artesanalmente, em outro processo, pois o filme é colorido. A cópia em 35mm saiu há pouco mais de um mês do laboratório.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">GA: Você é um dos fundadores de um projeto coletivo, chamado Filé de Peixe, que começa há alguns anos na Tijuca e hoje está na Lapa. Quais as principais conquistas que o projeto coletivo pode agregar ao cenário cultural e onde ele tem mais dificuldade? Quais são os próximos passos e objetivos do Filé?</span> </span><a href="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXwbe3zLI/AAAAAAAAA2o/kDdpjSLMPOM/s1600-h/Trago+a+pessoa+amada+em+tr%C3%9Bs+dias+%28foto+oficial%29.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235601425084959922" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXwbe3zLI/AAAAAAAAA2o/kDdpjSLMPOM/s200/Trago+a+pessoa+amada+em+tr%C3%9Bs+dias+%28foto+oficial%29.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;"><br />
Cataldo: </span></span>O <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Filé de Peixe está no seu terceiro ano</span>. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Começamos em abril de 2006</span>. É um evento agregador de pessoas ligadas à arte, um espaço laboratorial para artistas apresentarem seus trabalhos e para o público interessado em arte freqüentar. No Filé de Peixe acontece a <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">P.E.P. &#8211; Película Epidérmica Pulsante. Trata-se de uma performance poético-cinematográfica. Ocorre uma dupla projeção de slides e filmes em super-8, deixando as i</span><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">magens sobrepostas, com uma banda tocando ao vivo e um microfone aberto para as pessoas se manifestarem livremente, onde geralmente poetas recitam seus trabalhos</span>. Temos a parceria da banda Mysticow, que faz as interferências sonoras, e do grupo 13 numa noite, que apresenta suas próprias performances em cada evento. Também temos exposições de artes plásticas e fotografias.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/otk2OSjeBRU&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/otk2OSjeBRU&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">O próximo Filé de Peixe será no Museu de Arte Contemporânea, o MAC, em Niterói, dia 25 de outubro. O evento será, pela primeira vez, diurno. Começará às 13h e estaremos finalizando o evento às 20h</span>. <span style="font-style: italic; font-weight: bold;">Nossa maior dificuldade é a questão de patrocínio mesmo</span>. Fazemos o evento há mais de dois anos na raça, pela pura satisfação de estar fomentando a arte numa cidade cercada de violência, desgraça, cartões postais e alienação por todos os lados. Queremos apoios para continuar fazendo o evento, potencializando-o cada vez mais.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;"> GA: Para você, a atualidade permitiria algum outro artista, como Chaplin a se destacar da multidão para falar sobre a condição na qual o ser humano vive, hoje? Como isso poderia ser feito?</span><br />
</span><a style="font-weight: bold; font-style: italic;" href="http://4.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXF-J-xOI/AAAAAAAAA2I/HZzKAcUAevI/s1600-h/el+director.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235600695658202338" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKiXF-J-xOI/AAAAAAAAA2I/HZzKAcUAevI/s200/el+director.JPG" border="0" alt="" /></a><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">Cataldo: </span></span>Sim, sem dúvida! Inclusive o mundo precisa com urgência de pessoas assim. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">O negócio é continuar produzindo e o reconhecimento vem naturalmente. Além da atitude mesmo, realizar, esticar um pano no meio da rua pra passarmos nossos filmes, pegar um microfone e gritar, como fazemos no Filé de Peixe</span>. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Acho que as pessoas andam com medo de viver</span>, temos que escancarar essa hipocrisia toda e gritar nossos tormentos no meio da rua mesmo. &#8220;<span style="font-style: italic;">A rua é sua</span>&#8220;, já disse o Arnaldo Antunes.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">GA: Para você, o que é ser artista no Brasil?</span><br />
<span style="font-weight: bold;">Cataldo:</span></span> <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Não basta se dizer artista, tem que meter o pé na porta!</span></p>
<p>Um filme que eu fiz como ator que a galera gosta, chamado &#8220;O Obsessor&#8221;, dirigido por Danilo Ignarra:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/EgJm-W6SrUc&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/EgJm-W6SrUc&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>O filme que fiz como ator ao lado da Helena Ignez, uma das maiores honras da minha vida:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rYqjCnJiX9Y&amp;hl=en&amp;fs=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/rYqjCnJiX9Y&amp;hl=en&amp;fs=1" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
</div>
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		<title>Guerrilha Aberta nas ruas do Rio de Janeiro e do mundo!</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 05:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Longo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Agenda]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Reuniões de Pauta]]></category>
		<category><![CDATA[editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Sejam todos bem vindos a nova fase do agora site Guerrilha Aberta.COM.BR!
Foi um longo e turbulento percurso esse de novembro de 2008, data a qual foi o lançamento do site, até este março de 2009, data na qual começam as atividades propriamente ditas. Foi um periodo de muito aprendizado, parcerias, conquistas, diálogos, perdas e mais acima de tudo de um estreitamento no foco de atuação deste humilde site.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/02/img_0727baixa.jpg"></a><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/02/img_0727baixa1.jpg"></a>Sejam todos bem vindos a nova fase do agora site Guerrilha Aberta.COM.BR!</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Histórias e missão!<br />
</strong>Foi um longo e turbulento percurso esse de novembro de 2008, data a qual foi o lançamento do site , até este março de 2009, data na qual começam as atividades propriamente ditas. Foi um período de muito aprendizado, parcerias, conquistas, diálogos, perdas e mais, acima de tudo, de um estreitamento no foco de atuação deste humilde site. Posso dizer hoje, que o site, sem verba publicitária ou fomento para pagar ao menos este humilde editor e todas as estruturas que o site possuí (nada é de graça, não é verdade?), ainda não é sustentável. Tratemos então este site como um investimento pessoal e financeiro deste palhaço que se destina a divulgar tudo o que é cultural pelo estado do Rio de Janeiro e encontrar um público que adora artes e cultura, mas às vezes não sabe que tais eventos acontecem, ou não sabem de eventos de custos mais acessíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Este site buscará divulgar, registrar e dar um panorama, principalmente, às artes de boa qualidade, mas acima de tudo, se destinará à um lugar especial: A RUA. Sejam vocês artistas de rua, produtores, instituições públicas e privadas, organizações do terceiro setor e sociedade civil interessadas em promover espaços públicos em centros culturais,  este é seu lugar! Ocupem! Para ocupar é fácil, mandem e-mail e comecemos um diálogo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Observatório aberto e livre</strong>!<br />
Este site além de ter um foco de atuação específico, como acima mencionado, terá também um observatório aberto, onde colaboradores voluntários, que são pessoas interessadas em discutir Cultura e Arte no Brasil e no mundo, em suas várias vertentes, poderão expressar livremente suas opniões (sem cortes ou edição) e dialogarem uns com outros. Acredito que a principal função desta seção será de aglutinar pessoas interessantes e, que acima de tudo, dialogem-se entre si. Isto é, leiam uns aos outros e formem novas parcerias. Isso é rede! A Guerrilha Aberta é acima de tudo, uma rede de informações!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem são esses colaboradores?</strong><br />
Você deve se perguntar: Mas quem são essas pessoas? Bom, antes de mais nada é preciso dizer que são seres humanos, acima de tudo,  passíveis ao erro e comprometidos com uma busca da realização de sonhos que se apoiam em uma vida cultural mais digna e justa com todos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://bp1.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SFwrUU66BHI/AAAAAAAAAfY/JHS3HU5rIl4/s1600-h/leo3x4.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214090096801350770" class="alignleft" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: left; cursor: pointer; width: 99px; height: 115px;" src="http://bp1.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SFwrUU66BHI/AAAAAAAAAfY/JHS3HU5rIl4/s200/leo3x4.jpg" border="0" alt="" width="77" height="90" /></a>Comecemos pela ordem de chegada, com a <strong>coluna Galhofa, escrita por Leo Carnevale</strong>, que é ator, diretor e palhaço Affonso Xodó. Sua coluna tem se mostrado como uma novela cômica em capítulos, onde atualmente se encontra em seu sexto episódio. Não vou dizer do que se trata, apenas que é uma boa tirada com a lingua portuguesa.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://bp0.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SCwyvl2E1dI/AAAAAAAAAUY/RAWQHdz-4gM/s1600-h/mauro.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5200587462900241874" class="alignright" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; float: right;" src="http://bp0.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SCwyvl2E1dI/AAAAAAAAAUY/RAWQHdz-4gM/s200/mauro.jpg" border="0" alt="" width="70" height="100" /></a>Um pouco depois, entrou a <strong>coluna Nota Preta, escrita por Mauro Vianna</strong>, que é jornalista, ativista pelo movimento negro e um apaixonado pelo samba, que move o motor da produção do evento República do Samba, evento que acontece todo mês no Museu da Republica que traz ícones do Samba e Carnaval. Em sua coluna, Mauro fala sobre Música e Cultura Negra.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://bp1.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SFq7T9JCagI/AAAAAAAAAdA/tUkU9qfNrHg/s1600-h/Minhas+figuras.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5213685470139148802" class="alignleft" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp1.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SFq7T9JCagI/AAAAAAAAAdA/tUkU9qfNrHg/s200/Minhas+figuras.jpg" border="0" alt="" width="87" height="113" /></a>Seguindo, temos a <strong>coluna EstrelaDoce, escrita pela Dalva Beltrão</strong>, artista plástica, jornalista e uma das diretoras do bloco de carnaval: Bagunça Meu Coreto. Enfim, é uma verdadeira apaixonada pela arte e cultura. Sábia e muito apaixonada pelo que faz. Em sua coluna, ela tentará sempre trazer biografias sobre artistas da cultura brasileira.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://bp0.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SHuTeVC23fI/AAAAAAAAAnY/wYMPERvfQ1M/s1600-h/Manh%C3%A3es+de+Carnaval1.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5222930342120709618" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://bp0.blogger.com/_e9dZOM5fB1I/SHuTeVC23fI/AAAAAAAAAnY/wYMPERvfQ1M/s200/Manh%C3%A3es+de+Carnaval1.jpg" border="0" alt="" width="147" height="85" /></a>Antes do lançamento do site, outros três colaboradores deram o peso para a publicação. O primeiro foi a <strong>Coluna Dr. Boêmia, escrita por Luiz Carlos Manhães</strong>, professor universitário da UFF, que realiza um curso regular: “redes educativas na boemia musical”. Entre outras coisas, Manhães quer buscar uma argumentação de que a boêmia é um bem cultural, que se não existisse, muitos artistas não teriam ambiente para compor suas artes. Isto é, boêmia não é lugar de vadiagem, é lugar de um outro tipo de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKhfiBG0GEI/AAAAAAAAA0o/2GBCNM2gIWQ/s1600-h/foto.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5235539604835407938" class="alignleft" style="float: left; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SKhfiBG0GEI/AAAAAAAAA0o/2GBCNM2gIWQ/s200/foto.jpg" border="0" alt="" width="114" height="105" /></a>Seguindo, a <strong>coluna Estrada 55, escrita por Ricardo Loureiro</strong>, jornalista e criador do projeto Estrada 55 que divulga a música independente autoral desde 2004, produzindo e apresentando shows ao vivo e o programa pela webrádio dos estúdios da Fundação Oswaldo Cruz, Fiocruz. Ricardo traz em suas colunas, informações sobre artistas independentes.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SM2UQLumAXI/AAAAAAAAA_w/N1RJ7Z0o1Pc/s1600-h/1926.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5246012146703532402" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SM2UQLumAXI/AAAAAAAAA_w/N1RJ7Z0o1Pc/s200/1926.jpg" border="0" alt="" /></a>Por fim, a <strong>coluna Circo Poesia, escrita por Marlene Querubim</strong>, atriz, poetiza e escritora formada em matemática, autora do livro Marketing de Circo e do livro de poesias: Coração na lona. Marlene é uma empresária de circo, que fundou há 22 anos, o Circo Spacial, da Federação Paranaense de Teatro, da União Brasileira de Circo Itinerante e da Academia Brasileira de Circo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SOImFRf7UGI/AAAAAAAABCU/hoPl2RR_PWk/s1600-h/mini.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5251801987505934434" class="alignleft" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: left; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SOImFRf7UGI/AAAAAAAABCU/hoPl2RR_PWk/s200/mini.jpg" border="0" alt="" width="85" height="110" /></a>Após disso, no lançamento do site .COM.BR, outros três colunistas integraram a equipe, a primeira a <strong>coluna Vou ao Cinema, escrita por Ana Cristina Braga</strong>, jornalista, é uma mulher dedicada ao seu trabalho e família. Sempre ligada com projetos que envolvam juventude e crianças, ela escreverá sobre moda e comportamento em sua coluna.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SSW8VziWfmI/AAAAAAAABUs/K1Ha1HVoYng/s1600-h/joe.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270826021704597090" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SSW8VziWfmI/AAAAAAAABUs/K1Ha1HVoYng/s200/joe.jpg" border="0" alt="" width="115" height="86" /></a>O oitavo colaborador, possui a <strong>coluna Caixa Preta, escrita por Joe Lima</strong>, músico, carioca, baixista da banda Caixa Preta. Joe é multi- instrumentista de cordas e auto-didata. Já tocou com vários nomes da música popular brasileira e escreverá sua coluna sobre música, exercendo sua grande vontade de trabalhar com jornalismo.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SSW6He-0nfI/AAAAAAAABUc/p2zvc3-zQoE/s1600-h/joker_rey.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5270823576645443058" class="alignleft" style="float: left; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SSW6He-0nfI/AAAAAAAABUc/p2zvc3-zQoE/s200/joker_rey.jpg" border="0" alt="" width="107" height="104" /></a>Por fim, a <strong>coluna Rahmastra, escrita por Rey Biannchi</strong>, humorista, músico e palestrante motivacional. Rey tem mais de 600 músicas disponíveis para baixar em seu site. Ele escreverá sua coluna: Rahmastra, a bomba do Rey, sobre Humor e Anarquia.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><a href="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/02/img_0727baixa1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-210 alignright" style="float: right;" title="img_0727baixa1" src="http://guerrilhaaberta.com/site/wp-content/uploads/2009/02/img_0727baixa1-133x150.jpg" alt="" width="104" height="111" /></a>Agora, com a nova fase do pós-lançamento do site .COM.BR, <strong>a coluna Formiga, escrita por Taylor</strong>, artista e ativista dos EUA, interessada nos efeitos sociais do consumismo global, no reaproveitamento do lixo e das técnicas de auto-suficiência geradas nas comunidades carentes do mundo. Ela escreverá em sua coluna sobre lixo, pobreza, arte e cultura global.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Por fim, a <strong>coluna Alto Lá, escrita por </strong><strong>Gustavo Sá Fortes,</strong> jornalista, produtor cultural e coordenador do Espaço Artístico Atua Bota no Rio de Janeiro. A coluna será um espaço para reflexões culturais, que segundo ele próprio: &#8220;um espaço para quem faz e pensa arte&#8221;, a coluna chega com o objetivo de ser um espaço livre para se pensar e fazer arte, discutir, opinar, refletir.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Bom, como você vê, é uma equipe bem diversa e que promete deixar você bem antenado nesse ano de 2009, em diversos assuntos pelas ruas do Rio de Janeiro e pelo mundo. Sejam todos bem vindos e sejamos também fortes e concisos e também sempre humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Que venha esse ano de 2009, então!</p>
<p style="text-align: justify;">Do seu editor,<br />
Longo.</p>
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		<title>Entrevista com a escritora Rachel Souza</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 03:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinícius Longo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[poesia]]></category>
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		<description><![CDATA[<img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259385239100773842" src="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0XAnGI1dI/AAAAAAAABF4/j9eNKr3mlHg/s200/caipirinha.jpg" alt="" class="imgleft" width="55" height="74 />
<p class="imgright">A entrevistada dessa edição é uma jovem escritora, que lançou seu livro Retalhos, pela editora Multifoco e atualmente escreve textos em seu Blog Café pra dois. Ela própria se auto-define como: "Mulher que transita entre os 20 e os 30 com a desenvoltura de uma bailarina russa bêbada"</p>
<br style="clear:both;"/>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify; font-family: verdana;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0OV5_74CI/AAAAAAAABFw/eHiSR272MyQ/s1600-h/capa.menor.JPG" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259375709347635234" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0OV5_74CI/AAAAAAAABFw/eHiSR272MyQ/s200/capa.menor.JPG" border="0" alt="" /></a>A entrevistada dessa edição é uma<span style="font-weight: bold;"> jovem escritora, que lançou seu </span><a style="font-weight: bold;" href="http://www.editoramultifoco.com.br/catalogo2.asp?lv=54">livro Retalhos, pela editora Multifoco</a><span style="font-weight: bold;"> e atualmente escreve textos em seu </span><a style="font-weight: bold;" href="http://rachel-souza.blogspot.com/">Blog Café pra dois</a>. Ela própria se auto-define como: &#8220;<span style="font-style: italic;">Mulher que transita entre os 20 e os 30 com a desenvoltura de uma bailarina russa bêbada. Amante de tutu à mineira e outras iguarias da vasta culinária brasileira. Alucinada pelo universo paralelo das coisas aparentemente mínimas, pela poesia de um sorriso franco. Poeta. Contista. Produtora com de-formação em direito</span>&#8220;. Sentiu a peleja?</div>
<div style="text-align: justify; font-family: verdana;">Com vocês: <span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">Rachel Souza!</span></span></div>
<div style="text-align: justify; font-family: verdana;">
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">Guerrilha Aberta: Quando foi que você começou a despertar o desejo de escrever? E como foi esse processo até chegar a publicar o seu primeiro livro de contos: &#8220;Retalhos&#8221;?<br />
</span></span> <a href="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0N5IJNgwI/AAAAAAAABFY/zg53X8RZemc/s1600-h/foto01.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259375214928429826" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0N5IJNgwI/AAAAAAAABFY/zg53X8RZemc/s200/foto01.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">Rachel Souza: </span></span>Não despertei o desejo, ele que me despertou&#8230;(risos). É aquela velha história de você ir se tornando quem é ao longo do tempo<span style="font-weight: bold; font-style: italic;">. Sou observadora por natureza, não fico analisando nada, mas acabo percebendo as coisas e transformo essas coisas no que posso. Quando não tinha domínio da escrita, no meu período paleolítico (risos), na tenra infância, rabiscava e desenhava nas paredes de casa</span>. Me foi concedido esse espaço de expressão. Meus pais me deram guache, cola, lápis de cor, giz de cera e uma parede! Acho foda! Em casa sempre tinha uma flautinha dando sopa, um pífano&#8230; <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">O quero dizer com tudo isso é que a necessidade sempre existiu, fui dando formas a ela até o momento em que escrever se tornou quase uma urgência</span>. A única coisa que mudou foi o fato deu dar pra essa urgência um pouco de rotina, um pouco de método. Mandei pra editora, eles gostaram e nem tive que pagar nada (risos).</p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">GA: Como uma escritora vive no universo onde cada vez mais se lê menos? Como se dá essa relação em busca de novos leitores? Na sua opnião, a internet seria um jeito? Você tem um blog, como ele funciona? </span></span><a href="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0N5CH3vwI/AAAAAAAABFg/UlerVpu_6YU/s1600-h/lan%C3%A7amento.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259375213312196354" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0N5CH3vwI/AAAAAAAABFg/UlerVpu_6YU/s200/lan%C3%A7amento.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">Rachel: </span></span>Olha, as pessoas lêem pouco e pronto. É fato. Não sei por que, mas é fato. E pior, quando escolhem algo pra ler, geralmente é Best seller, livros mais palatáveis, de fácil digestão e de autores conhecidos. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Meus leitores são pessoas que também escrevem, que têm essa loucura. Até hoje só uma pessoa fora desse nicho falou alguma coisa sobre um rabisco meu, o que acho uma pena. Quanto à internet ser um “jeito”&#8230; Ela é uma grande facilitadora de coisas, uma ferramenta vanguardista onde o sujeito seleciona seus interesses e ainda consegue intervir, dialogar, criar junto</span>. A criatura pode optar por ler um Poema do Piva, pesquisar arte abstrata no Google ou assistir um vídeo no Youtube. Meu blog funciona de acordo com meu humor. Tento postar ao menos uma coisa por semana, que pode ou não ser um texto.</p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">GA: Você fez parte da equipe de produção do projeto Geringonça, no SESC Tijuca, em que recebe jovens de vários segmentos artísticos, além de participar de outro evento multi-artisticos Filé de Peixe e agora a Bipolares e coletivo Tarja Preta. Na sua opinião, como a literatura, poesia e prosa, ocupa esses lugares multi-artísticos, onde as artes se convertem em um único palco?</span><br />
</span><a href="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0N5frkm0I/AAAAAAAABFo/WVhiCnPRl28/s1600-h/geringon%C3%A7a.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259375221246565186" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0N5frkm0I/AAAAAAAABFo/WVhiCnPRl28/s200/geringon%C3%A7a.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">Rachel:</span></span> O que acho disso? Acho ótimo! Gosto dessa estética. <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Gosto dessa onda de coisa acontecendo, de ver o diálogo funcionando, muito embora esses eventos, criados para facilitar, induzir diálogo, paradoxalmente o dificultem de alguma forma</span>. É tudo ao mesmo tempo agora! Tem que ser ninja pra prestar atenção em tudo, alguma coisa fica de fora. A literatura nesses espaços chega mais fácil por que a coisa acontece na oralidade. Tem alguém ali, falando, olhando pra você e reduzindo o trabalho que você teria em abrir o livro ou sei-lá-o- quê, ler&#8230;</p>
<p>Agora, uma coisa que queria falar, embora fuja um pouco do que você propôs é essa questão de unir pessoas não hierarquizadas, um grupo, um coletivo ou como diria Hakim Bey “Organização para a maximização de atividades prazeirosas sem controle de hierarquias opressivas.” num propósito artístico, numa tentativa de lembrar que somos livres, que sim, sabemos pensar e fazer e, que o trabalho da maneira que foi organizado tira esse tesão, essa onda, do cidadão médio e nessa ele nunca deixa de ser médio. Acho complicado um cara ter saco pra, depois da rotina opressiva e brochante, ter a coragem de consumir arte, de ler um conto, de sei lá, ir ao teatro. Sabe, pessoas podem mais! Pessoas precisam de mais&#8230; Quem sente isso e tem necessidade de algo, se aglutina, se coagula de alguma forma pra resgatar essa liberdade tirada, criam uma “Zona autônoma temporária”, como muito bem intitulou Hakim, ou “lugares multi-artísticos” como você diz. O tarjapreta,coletivo do qual você também faz parte,tem muito esse caráter. Nos reunimos para dividir,somar, multiplicar arte e cultura, de rua ou não. Lembrando que falo de cultura na acepção completa do termo, cultura como cultivo, cultura como maneira particular de convivência,de modo de vida&#8230; E o melhor de tudo é que somos amigos e a coisa com amigos, flui melhor.<br />
Uma última coisa, quando essa movimentação se dá dentro de uma instituição, ou ela tem que deixar a instituição ou a instituição tem que se desinstituir.hahaah  As instituições nascem do medo e permanecem no medo, já as zonas autônomas&#8230;&#8221;</p>
<p><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">GA: Qual é o seu maior desejo enquanto criadora literária? O que você espera como seu principal objetivo nos próximos anos?</span><br />
</span><a href="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0XAnGI1dI/AAAAAAAABF4/j9eNKr3mlHg/s1600-h/caipirinha.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5259385239100773842" style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_e9dZOM5fB1I/SP0XAnGI1dI/AAAAAAAABF4/j9eNKr3mlHg/s200/caipirinha.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-size: medium;"><span style="font-weight: bold;">Rachel: </span></span>Ahh posso ser clichê? <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Meu desejo é continuar tendo o desejo, o tesão de escrever. Tenho certeza que já escapei de algum surto psicótico por conta das letrinhas</span>(risos).  Meu objetivo nos próximos anos? Pô Vinícius, isso é pergunta de RH&#8230;. (risos ). <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">Sei lá, continuar viva e não ficar muito técnica na forma de escrever, não adquirir uma sintaxe muito conceitual e perder a sensualidade dos verbos</span>.</p>
<p><span style="font-weight: bold; font-size: medium;">GA: Finalizando, para você, o que é ser artista, no Brasil?<br />
Rachel: </span>É ser quixotesco, no melhor sentido!</p>
</div>
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